Festa de lançamento do Omnia – Smartphone da Samsung

Pelo tamanho do evento que a Samsung organizou para o lançamento do Omnia, dá pra ver que eles estão apostando realmente alto nele. A festa foi em uma tenda montada no meio do Parque Villa Lobos, em São Paulo. Depois de um coquetel bala com várias salgadinhos sofisticados, ainda teve o espetáculo de dança Fuerza Bruta. Isso tudo para apresentar mais um celular do estilo “iPhone-killer”, ou seja, estiloso e com tela de toque sensível (preço sugerido de R$ 1,7 mil).

As especificações dele são realmente legais. Tem GPS, câmera de 5 megapixels, Wi-Fi, Bluetooth 2.0, acelerômetro e todas as coisas bacanas que um smartphone top de linha precisa ter. O sistema operacional é o Windows Mobile 6.1, já usado em vários outros telefones dessa categoria, como o HTC Diamond.

No meio deste evento cheio de pompa (que teve até a Marina Person como MC), tive a feliz oportunidade de brincar com o Omnia por alguns minutos. Não dá pra ter um veredicto ainda, porque não dá pra testar direito um aparelho de pé, no escuro, com um monte de gente do seu lado. Essas coisas precisam ser feitas com calma, carinho e tempo de sobra.

À primeira vista, o Omnia é realmente bonito. É parecido com o F480, outro telefone de tela sensível ao toque da Samsung. Ele é pequeno, fino, tem um acabamento superpolido e dá para ver que a empresa estava interessada em oferecer um design diferenciado.

Imaginei que a interface de toque sensível do Omnia também fosse parecida com a do F480, que mesmo com um sistema operacional simples, consegue interpretar os comandos dados com os dedos de modo muito eficiente. Cada clique, cada movimento vem acompanhado de vibrações (Haptics), o que dá a sensação que os comandos foram aceitos e são processados. No Omnia, a coisa não funcionou exatamentente assim.

Pode ser por culpa do Windows Mobile, mas a resposta aos comandos é muito mais lenta. Ao usar o Opera, por exemplo, passei alguns momentos em que celular ficava só ‘pensando’, só que nada funcionava. Era como se ele estivesse travado, quando na verdade ele estava procesando tudo, bem lentamente. Como já disse, esse não era o melhor lugar para se testar um telefone. A Samsung disponibilizou uma rede Wi-Fi para que todos os Omnia da festa ficassem online, só que essa rede poderia muito bem estar operando acima da capacidade, fazendo com que o tempo de carregar as páginas aumentasse consideravelmente, travando o browser.

Por isso, nada de veredicto final hoje. Vamos pegar um Omnia e fazer um hands on com carinho e calma. Aí sim vamos ver do que ele é capaz.

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Gizmodo (Fabio Sabba) – Terra Tecnologia

Malluco

Super Pai. Profissional de tecnologia há 26 anos, programador e webdeveloper nas horas vagas, técnico em eletrônica fulltime, designer, curioso e meio malluco. Uma boa cerveja faz parte do seu DNA e não nega pra ninguém.